
Criação. A alma criativa das agências de publicidade. São desses soldados que saem os grandes anúncios, grandes filmes, grandes spots, grandes ideias. Calma, não é bem assim. Se engana quem acha que são esses os merecedores de uma peça digna de prêmio. Pois não são, não apenas eles. Faço parte da criação e posso afirmar: tem muita coisa por trás de uma peça bem criada, e só quem está no dia a dia de uma agência conhece esse processo. Errada está a sala de criação que limita-se a criar sozinha. Errado está o profissional dos outros departamentos que não se vê como criativo. E acredite, todo ano as faculdades têm formado gente assim, que não sabe pra que veio. Estão perdidos. São cegos em tiroteio. Viu como dá pra comparar a publicidade com os filmes de 2ª Guerra Mundial? Pode reparar. No mercado sempre tem gente que sai atirando pra tudo quanto é lado e acha essa a melhor das estratégias. Acabam no chão, deixando o fuzil para as tropas inimigas. Por isso que a frase “pra quem não sabe aonde ir, qualquer caminho serve” não funciona na propaganda criativa. Que belo tiro no pé.
Pode-se dizer que criar é uma corrente. Um elo deve estar ligado ao outro. Se afrouxar algum, pode esquecer, vai dar errado. A dupla precisa de um atendimento criativo, que precisa de um produtor criativo, que precisa de um mídia criativo. E todos eles precisam de um fornecedor criativo. E é nesse ponto que quero chegar. Nessa batalha os fornecedores são os aliados. Um trabalho só está bem criado quando ele também está bem produzido. Do contrário, qualquer estratégia inicial vai pros ares. A criação só termina lá na produção. Quando ela está bonitinha nas ruas.
Tem atendimento, diretor de criação, redator, diretor de arte, o mídia e o produtor da agência e fornecedores envolvidos, com o propósito de fazer o melhor, cada um do jeito que sabe. Aí sim, podemos afirmar que estamos bem armados, prontos para conquistar territórios. Porque nem a batalha da criatividade se vence sozinho.
Por João P. Pitanga, redator da Prósper.
O assessor especial da Presidência da República, Cezar Alvarez, afirmou que o governo federal vai concorrer com as operadoras que vendem banda larga. O objetivo é forçar a queda do preço do serviço em 70% e levar o acesso a 68% dos domicílios até 2014. O plano seria vender pacotes mensais de R$ 15 (para velocidade de 256 Kbps), R$ 25 (512 Kbps) e R$ 35 (1 Mbps).
A proposta de investimento está entre R$ 3 bilhões e R$ 15 bilhões e ainda se espera uma parceria entre o governo e empresas, Estados e municípios, já que muitos deles têm rede de fibras óticas que poderia ser usada para massificar a internet.
Com os investimentos, a atual rede de cabos e de fibras óticas pertencentes às estatais Eletrobrás e Eletronet, que proverão o serviço no país por meio da Telebrás, devem mais que dobrar de tamanho. Essa rede terá 31 mil km de fibras óticas, passando por 4.278 municípios e atingindo 68% dos domicílios.
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Todo time de futebol espera o ano começar para anunciar os reforços. É mais um vestindo uma nova camisa, é sangue novo, fazendo promessas de gols e beijando o escudo. A torcida assiste de fora, ansiosa pra ver como tudo vai ser em campo. Melhor ainda é quando se sabe que o jogador chega para somar, daqueles com experiência em grandes disputas, um maestro no meio de campo. Ainda não saiu nos jornais, mas não achem que é apenas especulação da imprensa. Vamos confirmar a notícia aqui. Aloísio Rocha é o novo Diretor de Criação da Prósper, ele comandará a equipe enquanto André Duque, seguindo o planejamento para esse ano, deixa o cargo e entra para o time de estratégias da agência, junto com Rimaldo de Sá. Com 30 anos de experiência e passagem por várias agências dos mercados de Minas Gerais e Espírito Santo, Aloísio foi apresentado nessa segunda-feira, diante da equipe de criação, que deu as boas vindas e já bateu logo uma bola com o novo camisa 10. Esse é apenas o primeiro reforço que a Prósper preparou para iniciar 2010. Mais gente boa de bola vem aí. Em breve anunciaremos mais reforços e novidades na gestão que, sem dúvida, nos trarão muitas vitórias.
